Teatro

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Alberto Portugal iniciou sua trajetória no teatro aos oito anos de idade, em grupos amadores de pesquisas e prática cênica. Ainda morando na cidade Paranavaí, no interior do Paraná, ingressou no grupo de teatro do Colégio São Vicente de Paula, onde despertou sua paixão pelas artes cênicas, sob regência do diretor Gilberto Nadalin.

 

 

WhatsApp Image 2018-04-04 at 22.12.13Mas foi na direção de espetáculos que encontrou sua maior motivação. Em 2006 estreou nesta função, com o espetáculo Topete Curitibano, que entrava em cartaz no Teatro da Sociedade Portuguesa em Curitiba. Desde então acumulou prêmios e menções honrosas, tanto na atuação quanto na direção cênica. É autor de mais de 60 espetáculos apresentados, em diversos gêneros, em espaços de pequeno médio e grande porte. Turnês, temporadas e grandes estreias fazem parte desta história.

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Como ator, sua obra mais conhecida é Post Mortem, que ao lado de João Henrique Agostinho e Leonardo Napolitano foi premiada em festivais cênicos, e levou multidões aos teatros do Paraná. Na praça, nos colégios e nos grandes palcos, Portugal acredita que sua história vai além do espaço em que se apresenta: “o teatro acontece dentro das pessoas”, comenta.

 

 

FB_IMG_1539450283384 Conhecido em toda a região dos Campos Gerais como um empreendedor cultural que sonha e vai atrás dos seus sonhos, desde o ano de 2008 está a frente da Casa das Artes tendo preparado mais de 300 atores de várias idades. Junto do Guilherme Tupich realizou diversos espetáculos de ballet clássico, teatro musical e espetáculos de dança.

IMG-20181026-WA0009 No Teatro de Comédia, destacou-se em com os personagens Nelias, Severino Dantas e O Criador em Eva no Princípio., além dos espetáculos Queridos Amigos, Quase Princesas e na criação da personagem Katya, de João Henrique Agostinho. Sua produção intensa e os mais de 60 textos elaborados o tornam um vanguardista do novo teatro paranaense, que acredita um dia conseguir transformar “todo piso em palco, toda parede em mural e a cidade inteira em poesia”.

Texto: Manoel Bueno